A Desagradável Profissão de Jonathan Hoag – Robert A. Heinlein

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A Desagradável Profissão de Jonathan Hoag (The Unpleasant Profession of Jonathan Hoag) é uma estória escrita por Robert A. Heinlein em 1942, e publicada pela primeira vez na revista Unknown Worlds sob o pseudônimo de John Riverside.
Essa estória foi a última contribuição de Robert A. Heinlein à chamada Golden Age da ficção, antes de interromper seu trabalho devido à segunda guerra mundial.
Um filme de Alex Proyas (de Cidade das Sombras, O Corvo e Eu,Robô) está atualmente sendo desenvolvido, mas ainda sem data prevista para lançamento.
Se você acompanha este site, então sabe que já critiquei Robert A. Heinlein anteriormente, e até considerei Um estranho em Uma Terra Estranha um livro superestimado, mas agora dou meu braço a torcer. Ele realmente foi um escritor genial, e esse livro é mais uma prova disso.

Tradução para o português

O maior mistério de The Unpleasant Profession of Jonathan Hoag é tentar entender por que essa estória nunca foi traduzida para o português. Falta de interesse dos editores? Ausência de público no Brasil?

Introdução ao roteiro (sem spoilers)

Jonathan Hoag, um cidadão de Chicago, apreciador de arte e jantares refinados, subitamente se dá conta de que não tem lembrança alguma de suas atividades durante o dia. Ao lavar as mãos ele descobre uma estranha sujeira sobre suas unhas, que suspeita ser sangue. Preocupado por estar envolvido em alguma atividade nefasta, ele procura um casal de detetives, Teddy e Cynthia Randall, para ajudá-lo a descobrir suas atividades, seguindo-o durante o dia. Ted e Cynthia  encontram-se imediatamente atirados em grandes mistérios: As memórias sobre sua profissão são falsas, ele não deixa impressões digitais, e ainda mais estranho: as próprias lembranças dos investigadores do que acontece durante a investigação parece não combinar. Um prédio de trinta andares que não existe, seres misteriosos e ameaçadores vivendo dentro de espelhos, e a realidade não sendo o que parece.
Parte estória sobrenatural, parte estória de detetives noir, Heinlein nos guia para o fundo do buraco do coelho, levando o leitor para o inesperado e surpreendente!

Link para download em PDFMOBI ou EPUB. (Proibida a comercialização)

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11 comentários sobre “A Desagradável Profissão de Jonathan Hoag – Robert A. Heinlein

  1. Pingback: A Desagradável Profissão de Jonathan Hoag – Robert A. Heinlein « Exilado dos livros

  2. Olá!

    Você tem a versão original do seu trabalho, em format não-PDF? Estou perguntando porque gostaria de produzir uma versão em ePub (além de Mobi e AZW3 também) e dá-la de presente a você.

    Obrigado.
    Saudações.

  3. Muito bom Alessandro… Conheci seu site via link do Exilado e gostei muito… Parabéns… Você tem o arquivo em epub? Pode mandar para meu email?… Realmente muito, adicionei aos meus favoritos.

  4. Desculpe, não é uma crítica, pois estou gostando muito da história. Mas até a parte que eu li tem muito “ele” repetido. Em português. Costumamos ocultar mais os pronomes do que o inglês faz. Sugiro copidescar isso.

  5. Entrei armado de pau e pedra esperando o mesmo padrão de texto da tradução que você assina. E me espanto: aqui o cuidado parece ser outro. Ou outro o autor.

    Não leve muito a mal o que vou dizer. Afinal, somos cúmplices na paixão por tantos autores. Mas…
    (amarre-se bem, a nave vai tremer!)

    Temerária vaidade assinar uma tradução tão capenga, uma evidente google-porcaria sem a mínima revisão. Além dos já citados abusos de pronomes (não apenas os eles/elas, mas os vestiu-se para preparar-se para ir-se se sentar-se se se se…), há erros de toda ordem… menos os de ortografia, que é tudo que os americanos conseguiram fazer razoavelmente bem para o Português: aplicar um dicionário ao texto, comparando bits com bits. Já no que se refere à estrutura da língua, desde a construção básica da frase até as sutilezas mais finas da gramática… Poia é bem aí, nesses meandros menos iluminados, que uma tradução se faz. Ou não se faz. E você sabe. Infração flagrante da lei, Robôs quererem funcionar onde não deviam: ó Asimov, volta! Dá-nos de novo a sua luz, que os tontos, os apressados e os bem intencionados insistem em não querer ver!

    Abreviando a conversa: a leitura ficou insuportável, apesar da boa história. Uma pena. Ou uma falta de pena: pelo menos, a dum revisor.

    • Caro Antornio,

      Eu poderia simplesmente ignorar sua crítica ácida e grosseira.
      Minha sugestão é tão somente a seguinte: Assine você uma tradução amadora com o padrão de qualidade que você espera.
      Aproveite esse seu conhecimento todo e produza algo de útil, não perca tempo com blogs obscuros ou traduções amadoras capengas.
      Eu já desisti de traduzir livros para o português, muito antes de você dar o ar da sua graça, em parte por causa de pessoas desprezíveis e ácidas como você.
      Não preciso da sua opinião, muito menos da sua conversa.

      Atenciosamente,
      Alessandro

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