A Revolta de Atlas – Ayn Rand

A Revolta de Atlas

A Revolta de Atlas foi publicado pela primeira vez em 1957, e no Brasil apenas em 1987 como Quem é John Galt? sendo considerada a obra prima de Ayn Rand na ficção. A estória usa elementos de mistério, romance e ficção científica mostrando muito da teoria do Objetivismo que Ayn Rand criou. A Revolta de Atlas é considerado o livro mais influente nos EUA, depois da Bíblia, pela Biblioteca do Congresso dos EUA.

Introdução ao Roteiro

O livro mostra um mundo distópico onde as pessoas mais capazes de produzir comercialmente, industrialmente e intelectualmente são cada vez são mais exploradas com impostos e regulamentações governamentais. A pressão sobre essas pessoas mais capazes chega ao ponto em que elas decidem se revoltar contra o controle e começam a desaparecer, causando o colapso de toda produção industrial e intelectual.
Os desaparecimentos evocam a imagem do Titã Atlas, recusando-se a continuar segurando o mundo sobre os ombros. Eles são liderados por John Galt, que foi o primeiro a se revoltar, decidindo ¨parar o motor do mundo¨, e inicia a convencer outras pessoas na mesma situação à interromper a produção.
John Galt mostra que a nova política social vigente no mundo, de destruição da iniciativa pessoal, contra o Motivo do Lucro, causará o colapso da sociedade.
O livro é usado por Ayn Rand para desenvolver o Objetivismo, teoria onde defende o Capitalismo, o Individualismo e o Racionalismo, e mostra os erros da regulação excessiva do governo e de políticas socialistas e assistencialistas.

Impressões pessoais

Tenho muita afinidade com a teoria do Objetivismo, de Ayn Rand, e conceitos como liberdades individuais, livre iniciativa e livre mercado. O livro é um excelente laboratório para pensarmos sobre as falácias do socialismo, sobre os perigos de um governo muito regulador  que se deixa levar por políticas assistencialistas.
O lucro é mostrado como uma força que impulsiona o ser humano e a sociedade à prosperidade e felicidade.
Quanto a qualidade literária Ayn Rand deixa um pouco a desejar, em alguns pontos a narrativa chega a ser enfadonha. Levei 4 dias para ler o discurso de 3 horas de John Galt, e foi um suplício apesar de alguns trechos interessantes. Não é uma leitura fácil!

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3 comentários sobre “A Revolta de Atlas – Ayn Rand

  1. Olá, Alessandro!
    Primeiramente, parabéns pelo blog! A maioria dos livros postados aqui estão na “minha mira”. Pois sou grande fã de ficção científica.
    A Revolta de Atlas foi um dos primeiros livros que li no meu Kindle. Foram uns 6 meses de leitura (compartilhada com outros livros), mas não me arrependi. Gostei muito, apesar da densidade e grandiosidade (em todos os sentidos), achei a linguagem simples e gostei do estilo de escrita, desenvolvimento de personagens, da trama, etc. Mas realmente é preciso ter muita paciência.
    Também sou fã de video games, acabei tomando interesse pela obra depois de saber que ela foi a principal fonte de inspiração para o jogo Bioshock e a cidade fictícia de Rapture.
    Um grande abraço!

    • Olá FrankCastle!
      Agradeço pelas suas palavras, fico feliz em saber que tem gente por aí que compartilha o interesse por ficção científica!
      Quanto à Revolta de Atlas, não sabia dessa influência no jogo Bioshock, mas agora que você mencionou a semelhança realmente saltou aos olhos!
      Um abraço!

      • Vale a pena dar uma conferida nessa introdução, especificamente aos 3:30 do vídeo. Os “slides” remetem bem ao livro:

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