Os Crimes do Mosaico – Giulio Leoni

 

Dante Alighieri como um investigador criminal medieval!? Parece estranho, mas Giulio Leoni consegue dar alguma plausabilidade ao romance “Os crimes do Mosaico” sendo fiel ao que se sabe da vida de Dante que também é conhecido como “Il Sommo Poeta” (O Poeta Supremo), ou como “Pai da Língua Italiana”.
A vida de Dante Alighieri não é muito bem conhecida, o pouco do que se sabe pode ser extraída de trechos de A Divina Comédia: Sabe-se que ele tinha por volta de 35 anos aos escrever sua obra prima, e que sua descida imaginária ao inferno foi feita em 1300. A história de “Os Crimes do Mosaico” inicia-se nesse importante ano, e influencia a criação da obra que imortalizou Dante.
No livro Dante é retratado como um boticário, o que corresponde ao que se sabe de sua vida: Em sua época para ter alguma importância na vida pública era necessário fazer parte de algum guilda de artesãos ou comerciantes, então Dante entrou no guilda dos médicos e apotecários.
É sabido que Dante foi Prior de Florença, mas devido muitas das minutas das reuniões do conselho da cidade da época terem se perdido durante a segunda guerra mundial, a extensão da participação de Dante nessas reuniões é incerta.
Um grande mistério, com assassinatos chocantes e um final supreendente e empolgante: Considero “Os Crimes do Mosaico” um livro que vale muito a pena ler, Giulio Leoni consegue prender a atenção do leitor da primeira a última linha! Muito melhor que Dan Brown, e outros clones do gênero.

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